Doctor Who, aventuras e mais umas coisas aí

[Editado: gente, não tenho nada a ver com isso, mas esse site aqui fez um post enorme (em inglês) sobre os motivos para ver Doctor Who. FANTASTIC! =D]

Não consigo lembrar quem foi que disse que eu devia ver Doctor Who. Sei que um balde de pessoas bacanas assistem e que o Tumblr está cheio de imagens e piadinhas sobre os personagens, mas só tomei coragem de começar a ver agora, no recesso de fim de ano.

Bastou uns vinte minutos de série, minha gente, e estava feito o estrago.

Não sei o que me deu, mas não consegui fazer mais nada da vida além de ver um episódio atrás do outro. Simplesmente pirei. Terminei a primeira temporada em pouquíssimos dias – nos quais eu só conseguia falar sobre a série, claro –, enchi quase todo mundo que eu conheço com esse assunto, coloquei citações no subnick do MSN. O pacote completo da obsessão, sabe? Então. Fiquei maluca, impressionada… e inspirada a escrever. Ou seja: PERIGO.

Pra quem nunca viu, vamos lá: Doctor Who conta a história do Doutor, um alienígena de novecentos anos que viaja no tempo para, basicamente, livrar o universo de encrencas. Logo no primeiro episódio, ele conhece Rose, uma garota inglesa que se envolve em uma baita encrenca junto com ele e resolve, porque de-boba-não-tem-nada, acompanhá-lo nas viagens rumo aos cantos mais misteriosos do espaço (e é engraçado como a maioria deles fica na Inglaterra, mas tudo bem). E como esse post é livre de spoilers (e eu só estou na segunda temporada), vou tentar parar por aí. (: Doctor Who é recheado de humor, referências nerds e gestos aleatórios de coragem, ou seja, se eu fosse você, cairia pra dentro. Uma delícia. E um clássico, também: a série original foi lançada em 1963, saiu do ar em 1989 e voltou, em versão 2.0, em 2005, o que lhe rendeu um prêmio no Guiness como série de ficção científica que ficou mais tempo no ar em toda a história. Se tudo isso ainda não te convenceu, fique sabendo que o Doutor viaja à bordo da T.A.R.D.I.S., que é simplesmente a nave espacial mais legal de todos os tempos, em formato de cabine policial inglesa dos anos 50. E pronto, já fiz o meu papel de anfitriã.

O problema é que (pelo menos pra mim)… é mais do que isso. A ficção tem dessas coisas, assim como a música: pega a sua vidinha, coloca dentro de um saco, adiciona um monte de coisas nas quais você não estava pensando há um tempo e agita bem. Para mim, é quase impossível terminar um episódio de Doctor Who sem querer sair por aí conhecendo universos paralelos e criaturas insanas. Dá vontade de viver aventuras, daquelas incríveis, das quais a gente vai se lembrar pra sempre.

Você deve estar pensando: “é, pois é. Pena que não dá para fazer viagens integalácticas e viver altas confusões com uma turma do barulho”. Tá certo, tá certo. Você tem todo o direito de pensar assim, até porque, bom, não dá para fazer viagens integalácticas. Mas parece que as pessoas esquecem que é perfeitamente possível, sim, viver aventuras das boas. Se divertindo mais, conhecendo gente interessante, se apaixonando e sonhando por aí. Arriscando a exigir um pouco mais além da rotina, do concreto e dos pensamentos cotidianos. Ser mais impulsivo, falar besteira sem medo das reações, ouvir músicas novas no meio do trânsito caótico só para rir da cara dele. Sei lá. Aventuras não faltam. Bora inventar as nossas, descobrir algumas delas. Se é preciso criar metas para o ano novo, então se que seja essa: vou tentar me jogar no que for desafiador pra mim. Não é nenhuma viagem interespacial, mas por enquanto, acho que dá para o gasto. 😉 Quem concorda?

 

O Doctor #9, pelo jeito.

(Preciso parar de tentar provar meus argumentos com gifs animados, né.)

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3 comentários a “Doctor Who, aventuras e mais umas coisas aí

  1. Ah, muito bom. *-* O primeiro episódio que eu assisti de Doctor Who era um aleatório que estava passando no falecido People + Arts. Nele, o Doutor #10 conhecia Shakespeare e no clímax do episódio gritava Expecto Patronum! Ou seje, amor demais né? Hahahaha!
    No fim, baixei um monte de episódios e acho que não assisti todos … Seu post deu uma vontaaade de voltar a ver!

    E se um gif animado não prova alguma, ENTÃO EU NÃO SEI O QUE PODERIA PROVAR! ;D

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