quatro

Abril 8, 2009

No trabalho. Toca o telefone. Ramal próprio, coisa fina.

- Alô?

- ESTE É O BIG PHONE.

- …

- VOCÊ DEVERÁ ESCOLHER UMA PESSOA PARA IR AO PAREDÃO.

-Clarissa?

- (risos ao fundo)

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No hospital. Banco de espera (dos pacientes, é claro. Já viu médico esperar?). Encontra uma folha de outra paciente. Revira o papel com a ponta dos dedos, cheia de nojinho.

- Ai, abre logo, vê o que é que tem?

- E se for contagioso?

- Abre, saco!

- …

- Que é?

- Dor no joelho após por queda.

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Aos sete. Perguntaram se sabia o que era H2O. Respondeu na hora: “é água, cabeçudas”. Ficaram surpresos, todos. Sete anos.

Um dia a outra:

- Mas o que quer dizer H2O?

- Ué, água, cabeçuda!

- Tá, e o que é só H?

Emudeceu. Uma futura Nobel de Química perdida para a humilhação.

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Nos dias de hoje.

- Esse carro precisa de um nome.

- Yoda? Samwise?

- Carlo? Giovanotti?

- Nome japonês, gente! A marca é japonesa.

- Yuriko? Yu-Yu Hakusho?

- Seya? Charmelleon?

- Pensei em Sakura Bo.

- Que nome mais bichinha!

- Tem que ser nome de macho!

- Mas é carro menina…

O carro se chama Keiko.

3 Responses to “quatro”

  1. Thais Says:

    Adorei o do Big Fone hahahaahahahahah

  2. intentar Says:

    NÃO FAZ ISSO COMIGO, CARAMBA! Eu tô em público! NA FACULDADE. A minha professora de Medieval acabou de me dar um olhar enviesado… Pronto, perdi minha chance de monitoria. Valeu, Cláu, valeu MESMO! ù.u

    É a nana. errei na hora de fazer o sign up do wordpress. A Plasfera foi pras cucuias. Ressucitou como Intentar. Vê lá, cabeçuda.

  3. intentar Says:

    E pelamordideus, tira o Muito Barulho por Nada daí. ¬¬

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