Dia da amiga saudosa pedir desculpas
Julho 20, 2008
Amanhã (quase hoje! O_o) é dia do amigo. E tá, data clichê, já que os meus amigos fazem parte de todas as 365 fatias do ano, mas dessa vez eu não vou reclamar e começar discurso chatinho sobre como eu não gosto de datas clichê. Na verdade, vou bem é inovar e falar que sim, essa data clichê veio em boa hora.
Eu ando sentindo falta dos meus amigos. E isso parece uma injustiça: se eu sinto falta, devia mais é ligar pra cada um, mandar e-mail, largar mão de ser frouxa. Mas sabe, não é tão simples assim; são horários que não batem…
Eu sinto falta deles todos os dias, todas as horas. Duas grandes amigas acabaram de sair da minha casa, e já não vejo a hora de encontrá-las de novo. Ao mesmo tempo, sei que posso contar com aquele meu amigo de longa data, mas que eu não tenho visto muito. Sei que nada mudou mas eu sei que alguma coisa aconteceu, tá tudo assim, tão diferente entre a gente, apesar de ter mudado. O tempo muda tudo, néam?
Crescemos. ‘Tamosaí, virando gente, ocupados com tantos assuntos e pensamentos e prazos e coisas que simplesmente não podemos dar tanta atenção ao que é realmente importante. E a partir de agora, tudo tende a piorar. A gente não pára de crescer e ficar mais distante daquela idade que vamos sentir tantas saudades no futuro.
Então é um pedido de desculpas, esse post. Pelo sumiço, pelo avoamento (mas ele é natural, genético, sei lá eu) mas principalmente pelas saudades. Eu não devia estar sentindo saudades, devia mais é estar orgulhosa de ver cada um dos meus amigos crescendo, virando gente e, conseqüentemente, sumindo um pouco. Mas não dá, agora não rola. Agora eu vou sentir saudades, mesmo.
E agora licença, que eu vou lá mandar o Rivaldo sair daquele bendito lago.