Bang!

Abril 7, 2008

Dizem (e se não dizem, tô dizeno, me deixa) que os piores textos de se escrever são aqueles que significam uma coisa muito grande pra gente. Um acontecimento sem tamanho, distância ou peso; simplesmente inenarrável, por toda a sua dimensão e grandeza. Uma coisa que simplesmente não precisa de palavras pra ser contada; o menor sorriso já emana toda e qualquer luz - sim, porque felicidade é nada mais que uma explosão de hidrogênio e hélio interna, um Big Bang particular - que se queira transmitir por meio até das palavras mais bonitas que houver.

 

 

E eu concordo.

Resumir em um post a sorte que eu tenho há três anos – e o olé! absurdo que ela deu nesse último final de semana, superando qualquer gran finale esperável - é tentar fazer malabarismo com fogo em uma piscina de álcool.

Então me desculpem pelo post tão cheio de nada, faroésticas queridas, porque eu realmente tô sem palavras (ou agudos! :P ) pra explicar pro mundo o quanto foi liundo esse curta-metragem de bang-bang que vocês fizeram nas terras daqui. Sem tiros, mortes ou John Wayne – mas de efeito inesquecível para todos os sorrisos acima que, suspeito eu, vão durar um tempão nos respectivos rostos.

 

(E, ai, ficadica? Derretam de inveja com as minhas desiluminâncias? Obrigada)